Traumas Furtivos
Os traumas que furtam calmas
Nos concedem maus suspiros
Que são mais de desespero
Pois a vida já não entra,
Não sai, e se arrebenta
Entre átrios e ventriolos.
Que coisa mais tão mimosa
Se o rumo dessa prosa
fosse pra falar do Amor.
Aquele nobre senhor,
Cheio de força e carinho
Que entre tantos espinhos
Faz nascer também a flor.
Mas na ausência da verdade,
Da salvífica beleza,
Do bom, da simplicidade,
Eis que não fica a vontade
o Senhor da natureza.
A águia se faz bichinho,
Uma larva o passarinho,
E o Homem? Suspira.
Um suspiro carregado,
De um corpo tão magoado,
Renegado com a sorte.
Pensa ir de encontro a morte,
bradando mais por lamento,
Tentando virar rebento, talvez,
de uma melhor sorte.
Nobre Senhor dos Arcanos,
Na tua inocência tirano,
Pois vais se não te convém.
Mas ao céu eu digo amém,
No fim deste embaraço.
Porém, na vida o que faço
tem carga de mau suspiro,
Desconfianças com o destino,
O Vale não é encantado.
Traumas, ó, traumas!
Entre aprender e ser puro,
me deixam de Alma no escuro,
indeciso, desfirmado.
E ainda que amedrontado,
meus valores que são leis,
Darão ao Eterno "Amém",
ansiando ao Bem Amado.
Nos concedem maus suspiros
Que são mais de desespero
Pois a vida já não entra,
Não sai, e se arrebenta
Entre átrios e ventriolos.
Que coisa mais tão mimosa
Se o rumo dessa prosa
fosse pra falar do Amor.
Aquele nobre senhor,
Cheio de força e carinho
Que entre tantos espinhos
Faz nascer também a flor.
Mas na ausência da verdade,
Da salvífica beleza,
Do bom, da simplicidade,
Eis que não fica a vontade
o Senhor da natureza.
A águia se faz bichinho,
Uma larva o passarinho,
E o Homem? Suspira.
Um suspiro carregado,
De um corpo tão magoado,
Renegado com a sorte.
Pensa ir de encontro a morte,
bradando mais por lamento,
Tentando virar rebento, talvez,
de uma melhor sorte.
Nobre Senhor dos Arcanos,
Na tua inocência tirano,
Pois vais se não te convém.
Mas ao céu eu digo amém,
No fim deste embaraço.
Porém, na vida o que faço
tem carga de mau suspiro,
Desconfianças com o destino,
O Vale não é encantado.
Traumas, ó, traumas!
Entre aprender e ser puro,
me deixam de Alma no escuro,
indeciso, desfirmado.
E ainda que amedrontado,
meus valores que são leis,
Darão ao Eterno "Amém",
ansiando ao Bem Amado.
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